Rogue One - Uma História Star Wars | Resenha

December 25, 2016

Olá guerreiros rebeldes!

 

Como está a batalha por aí? Aqui, juntando forças para combater o lado negro!

 

Depois da minha primeira resenha aqui no blog, que vocês podem ver clicando AQUI, fiquei com ainda mais vontade de escrever sobre as coisas que gosto, dando minha opinião e tudo mais que achar interessante. 

 

Quando fiz o post sobre a camiseta de Rogue One (AQUI), não estava cogitando a possibilidade de escrever uma resenha sobre o filme. Mas como o tempo passa e as opiniões mudam, estou aqui para deixar registrado que achei sobre esse spin off do universo Star Wars

 

Título: Rogue One: Uma História Star Wars
Título Original: Rogue One: A Star Wars Story

País: EUA

Duração: 2h 14min

Direção: Gareth Edwards
Ano: 2016

Elenco: Felicity Jones , Diego Luna , Riz Ahmed , Ben Mendelsohn , Mads Mikkelsen , Alan Tudyk , Donnie Yen
Gênero: Ficção científica, ação

 

 

 

A trama de Rogue One acontece entre o Episódio III: A Vingança dos Sith e o Episódio IV: Uma Nova Esperança. Onde eu já classificaria o spin off como o Episódio 3.5, haha.

 

Com o império ganhando cada vez mais poder, seu próximo plano para controlar a galaxia é o desenvolvimento da tão temida Estrela da Morte, uma arma com poder para destruir planetas inteiros. A nossa protagonista, Jyn Erso (Felicity Jones), é designada para a missão de investigar e roubar os planos do Império, ajudando assim a salvar a galáxia.

 

OPINIÃO

 

Admito que antes de ir ao cinema, uma semana depois da estréia, vi e li muitas opiniões sobre o longa que me deixaram curiosa. Alguns até desmerecendo os personagens e sua baixa complexidade apresentada. Afirmavam que por esse motivo não havia uma empatia entre os mesmos e o espectador. Sempre que vejo comentários assim, fico ainda mais instigada em ver o filme, afinal a opinião que realmente vale para mim é a minha própria hehe.

 

Cinépolis inovando no design de balde de pipoca

 

Já começo dizendo que Rogue One não se mostra, em momento algum, ser uma história desnecessária à trama em geral. Ao contrário disso, apresenta a relevância que muitos personagens tiveram para que a missão pudesse seguir em frente. Apesar do desenrolar não ser segredo para ninguém, a equipe formada para roubar os planos da estrela da morte prendem a atenção de tal modo que não deixam tempo para os fãs piscarem dentro da sala de cinema.

 

Falando um pouco mais sobre essa equipe, a primeira a ser apresentada é Jyn Erso, filha de Galen Erso (Mads Mikkelson) um dos cientistas que trabalharam no desenvolvimento da estrela da mote. Ela é apresentada como criminosa e sendo capturada pela Aliança Rebelde. Posteriormente se juntarão à ela Cassian Andor (Diego Luna), Chirrut Imwe (Donnie Yen), Baze Malbus (jiang Wen) e o robô K-2SO (Alan Tudyk)

 

Vale frisar aqui que mesmo o robô K-2SO não sendo tão carismático como R2-D2 ou C-3PO, ele ganhou minha admiração por ter um leve toque de seriedade e sarcasmo em suas aparições. Isso o deixa com um de humor sutil, o que não ficou forçado em momento algum do filme com nenhum dos personagens, afinal, não é um filme de comédia.

 

Chirrut Imwe foi mais um dos personagens que prendeu completamente minha atenção. Ele deixa evidente sua dominação em artes marciais e não é por ser cego que vê menos que os demais, eu diria que ele enxerga muito mais. Com uma confiança invejável ele mostra controle e certeza em tudo que faz. Um verdadeiro mestre, mesmo não sendo jedi. 

 

 

Partindo para a dominação da força no lado negro, as aparições de Darth Vader são breves e muito marcantes. Quando ele aparece em cena é tratado com a mesma importância que ganhou em todos esses anos de saga. Mantem-se o clima pesado com baixa luz e movimentações de câmera que fazem os espectadores sentirem o verdadeiro poder que Darth Vader tem. 

 

É verdade que seria impossível rejuvenescer ou até ressuscitar atores para que fizessem parte desse filme, para isso foram utilizados efeitos pra lá de especiais. O que incomodou muitos, para mim foram técnicas digitais necessárias e extremamente bem feitas. Não houve momento que esse tipo de recuso desviou a atenção ou diminuiu o crédito do filme para mim, bem pelo contrário, eles só ganham mais créditos por mostrarem que Rogue One consegue exalar Star Wars.

 

Em questão de figurino e efeitos de batalha, Gareth Edwards conseguiu manter a linha antiquada do fim dos anos 70 querendo ser futurista. A aparência desgastada e suja das roupas e armaduras dão ainda mais crédito ao encaixe real na trama entre o episódio III e IV. Rogue One apresenta mais cenas de batalha do que normalmente se vê na saga original. Esse fato é completamente aceitável já que o enredo é delimitado a isso e não a tantas explicações sobre planos ou de personagens em geral. 

 

Batalhas terrestres com as Walker AT-AT são lindamente construídas em escalas proporcionais em relação aos personagens rebeldes, StormTroopers, naves e cenário em geral. E, falando em naves, as lutas no espaço com as X-Wing e a aparição das maravilhosas TIE Fighter esbanjam da proporção que citei anteriormente. Além disso, a aparição da Imperial Star Destroyer é ainda mais enaltecedora que o imaginado, chega arrepiar, haha.

 

 

Deixo registrado aqui que gostei MUITO desse filme e que sim, vale a pena ir até o cinema ver essa maravilhosa obra, mais de uma vez inclusive. Star Wars é um universo repleto de detalhes ainda não explorados e, creio eu, que a Disney não deixará a desejar quando se trata de detalhamento e o tal Fan Service. Rogue One: uma história Star Wars está excelente para quem é seguidor da saga quanto para quem não é, está repleto de lutas e tramas que prendem a pessoa e fazem torcer por um lado. 

 

Rogue One já está em exibição nos cinemas, vocês já viram? Me contem aqui nos comentários o que acharam do longa-metragem ou, se ainda não viu, quais são as espectavas!! 

 

May the force be with you

Jennifer Poletto

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