Thor Ragnarok | Resenha

October 28, 2017

Faaaaala pessoas!

 

Como está essa ansiedade para ver o novo filme da Marvel no cinema?! Se já não aguenta mais, pode ficar calmo que o novo filme do Thor está te esperando! 

 

Ontem dia 26 de outubro fui conferir a estreia de Thor Ragnarok nos cinemas. Fiz um pequeno vlog, o primeiro da minha vida, e que pode dar uma conferida AQUI. O filme foi muito interessante em alguns pontos porém outros deixam a desejar. Estão preparados para resenha? Então vamos lá!

 

 

Nome: Thor Ragnarok

Nome original: Thor Ragnarok

País: EUA

Duração: 2h 11min

Direção: Taika Waititi

Ano: 2017

Elenco: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett

 

O filme começa com Thor acorrentado e preso dentro de uma jaula. Quase somos levados a pensar que ele irá quebrar a quarta parede nesta cena! Aqui ele já deixa claro que não encontrou as joias no infinito, amarrando bem a ponta deixada em A era de Ultron. Pois é o desenrolar desta mesma primeira cena que já deixa claro qual é o tom do filme, piadas e mais piadas com um belo cenário, e que cenário hein.


Mesmo acorrentado e falando com Surtur, aquele que vai destruir Asgard, Thor empilha piadas sobre sua condição. Objetivo de Thor neste filme é deter a profecia, Ragnarok, mas nem com objetivo sério destes os alívios cômicos são deixados de lado. Não estou dizendo que eles não devam existir porém há sempre uma hora certa para acontecer. Como já dizem os sábios, tudo que é demais, estraga!

 

Thor enfrenta Surtur e seu exercito, aqui tenho que dizer que a cena foi linda. A habilidade apresentada por Thor com seu Mjolnir é demais e com direito a escudo. E finalmente, neste filme, ao voltar para Asgard, Thor descobre que seu pai não está mais no trono e sim Loki. Obviamente que o Deus do Trovão fica muito irritado. Até tentam fazer uma relação entre irmãos, mas confesso que nunca levei isso muito a sério.

 

Nessas primeiras cenas somos apresentados à Hela, irmã mais velha de Thor, a Deusa da Morte (e ela faz jus a essa denominação). Logo que ela aparece podemos ver o quão poderosa ela é e qual é seu objetivo. Sim, é agora a cena icônica do trailer, onde o Mjolnir é arrebentado por suas mãos.

 

Sem falar que a atuação de Cate deixou a vilã ainda mais crível. Um grande salva de palmas para ela. Normalmente eu não me importo muito com quem está atuando, o importante para mim é que eu consiga acreditar no que está acontecendo. Aqui não foi muito diferente, mas digo que Hela foi uma das melhores coisas desses filme e a melhor vilã da Marvel até agora!

 

Enquanto Hela vai parar em Asgard, Thor caí em Sakaar, um planeta lixão e que seu principal atrativo são as lutas entre os ditos campeões. Quem comanda tudo é isso é o Grandmaster, um baaaaaita personagem e que, sim, funciona com a comédia. 

 

 

É aqui que é apresentada o novo look do Deus do trovão e sua batalha com Hulk. Já vou avisando que este é um Hulk como jamais visto. Com dois anos sem voltar a ser humano, Hulk desenvolve algumas habilidades, vamos dizer assim. Ver o gigante verde agindo como criança e falando frases completas, pode perturbar muito alguns, enquanto a mim não fez muita diferença. Porém ao ver ele, como Banner, se estabacando no chão na tentativa de fazer uma entrada triunfal. Atitude completamente desnecessária para incrementar a sequencia de piadas. 

 

Nessa altura você pode interpretar que  eu odiei o filme, mas não foi bem essa a realidade. O longa tem pontos fortes como a fotografia, é incrível e apesar do tanto de cores apresentadas nos cartazes, as cenas não são tão fluorecentes assim. Acredito que tudo conversou bem de acordo com a proposta. A mudança de texturas de cada cena foi bem identificada com cada personagem, onde a Hela tem baixa saturação e muito contraste, Hulk tem alta saturação e e planos um pouco mais abertos.

 

Destaco aqui, com muito gosto, a lembrança tida pela Valkiria da batalha contra Hela. A câmera extremamente lenta, as cores sem saturação, a atmosfera densa, destaque aos detalhes e o enquadramento ganharam meu respeito!

 

As artes apresentadas na divulgação do filme estão bem legais e conversam sim com a trama. Como eu disse anteriormente, o filme não é tão fluorecente, mas é tão grandioso quanto os cartazes apresentam. A diagramação e distribuição de elementos não é uma novidade, mas é sim algo que chama muito a atenção. Em quesito de destaque, estas artes estão muito bem! O jogo e de cores saturadas em transição traz uma lembrança de anos 80, tendo em mente o logotipo deste filme, creio que essa afirmação não está tão longe da correta, haha.

 

Num geral o filme é muito bom sim, porém ficaria ainda melhor com um pouco menos de piadas. E concordando com algumas coisas que li por aí, Thor deveria ter uma personalidade única e não essa modulante de um filme para o outro.

 

O filme vale sim a sua ida ao cinema! E se já foi, me conta o que achou!!

 

um bom filme a todos

até a próxima

Jennifer Poletto

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